Nefropatia
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Que lesão de órgão netilmicina pode causar? nefropatia, perturbação sensorial, transtorno auditivo, surdez, lesão renal aguda, insuficiência renal, doença genética, agranulocitose, citopenia, diátese hemorrágica, erro metabólico hereditário, leucopenia, lipidose, neutropenia, perda auditiva sensorioneural, vasculite, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, convulsão, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, acidose tubular renal, coagulopatia, complicações na gravidez, conjuntivite, distúrbios do sistema vestibular, doença dos brônquios, hiper-reatividade brônquica, hipersensibilidade de tipo III, necrose tubular aguda, nefrite, otite, poliúria, púrpura, púrpura de Henoch-Schönlein, úlcera e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.