Bradicardia
CPossívelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 76
- ROR:
- 0,8 (IC 95% 0,6–0,9)
- Literatura:
- 1 artigos
Que lesão de órgão brimonidina pode causar? bradicardia, uveíte, conjuntivite, doença da córnea, eritema, exantema medicamentoso, hiperemia, hipertensão ocular, transtorno respiratório, apneia, ceratite, conjuntivite alérgica, síndrome do desconforto respiratório agudo, valvulopatia por droga, alucinação, arritmia cardíaca, blefarite, celulite, celulite orbitária, degenerescência macular, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença do sistema nervoso central, edema macular, esclerite, glaucoma, granuloma, hipersonia, hipopigmentação, hipotensão arterial, insuficiência respiratória, irite, líquen plano, perturbação sensorial, perturbação visual, retinopatia, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Espessamento fibrótico das valvas, com regurgitação que progride em silêncio: agonista dopaminérgico ergolínico e anorexígeno agem no receptor 5-HT2B do mesmo jeito que a carcinoide. Sopro novo em quem usa cabergolina pede ecocardiograma, não seguimento.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.