Hiperaldosteronismo
BProvávelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão ácido glicirretínico pode causar? hiperaldosteronismo, miopatia, rabdomiólise, hipertensão arterial, nefropatia, doença genética, lesão renal aguda, insuficiência renal, arritmia cardíaca, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, erro metabólico hereditário, hipotonia, paresia, taquicardia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, hipertensão pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, colestase, urticária e angioedema, angioedema, artrite, artropatia, asma, cirrose biliar primária, cirrose hepática, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, doença do pé, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, emergência hipertensiva, estomatite, fibrilhação ventricular, hipersensibilidade respiratória, insuficiência adrenal, lesões orais, neoplasia, paralisia, peritonite, retinopatia, síndrome de Fanconi, síndrome de Liddle e tetraplegia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.