Que lesão de órgão abemaciclibe pode causar? pneumonite intersticial, agranulocitose, citopenia, leucopenia, neutropenia, nefropatia, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, edema pulmonar não cardiogênico, osteonecrose dos maxilares por medicamento, neuropatia periférica, arritmia cardíaca, insuficiência renal, dermatite por recall de radiação, doença óssea, necrose avascular, neoplasia, pneumonia, torsades de pointes, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, urticária e angioedema, alopécia, anemia, coagulopatia, diátese hemorrágica, disfunção cognitiva, doença autoimune, doença da córnea, encefalite, encefalite viral, enterocolite, fibrilação auricular, gastroenterite, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, lesão pulmonar, leucoencefalopatia multifocal progressiva, nefrite, perturbação cognitiva, púrpura, púrpura de Henoch-Schönlein, taquicardia, taquicardia ventricular, trombose e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.