Abemaciclibe

Que lesão de órgão abemaciclibe pode causar? pneumonite intersticial, agranulocitose, citopenia, leucopenia, neutropenia, nefropatia, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, edema pulmonar não cardiogênico, osteonecrose dos maxilares por medicamento, neuropatia periférica, arritmia cardíaca, insuficiência renal, dermatite por recall de radiação, doença óssea, necrose avascular, neoplasia, pneumonia, torsades de pointes, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, urticária e angioedema, alopécia, anemia, coagulopatia, diátese hemorrágica, disfunção cognitiva, doença autoimune, doença da córnea, encefalite, encefalite viral, enterocolite, fibrilação auricular, gastroenterite, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, lesão pulmonar, leucoencefalopatia multifocal progressiva, nefrite, perturbação cognitiva, púrpura, púrpura de Henoch-Schönlein, taquicardia, taquicardia ventricular, trombose e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

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Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
377
ROR:
5,1 (IC 95% 4,65,6)
Literatura:
6 de 7 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
331
ROR:
1,6 (IC 95% 1,51,8)
Literatura:
10 de 12 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
4 de 4 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
452
ROR:
5,4 (IC 95% 4,95,9)
Literatura:
7 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
377
ROR:
0,9 (IC 95% 0,91,1)
Literatura:
5 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
35
ROR:
0,7 (IC 95% 0,51)
Literatura:
1 artigos

Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.

Relatos no FAERS:
12
ROR:
0,5 (IC 95% 0,30,9)
Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
129
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,6)
Literatura:
1 artigos

Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.

Literatura:
2 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.