Que lesão de órgão tigeciclina pode causar? lesão hepática medicamentosa, coagulopatia, pancreatite, diátese hemorrágica, doença genética, insuficiência hepática aguda, trombocitopenia, citopenia, agranulocitose, leucopenia, nefropatia, neutropenia, exantema medicamentoso, insuficiência hepática, insuficiência renal, esteatose hepática, lesão renal aguda, meta-hemoglobinemia, anafilaxia, arritmia cardíaca, azotemia, bloqueio de ramo, coagulação intravascular disseminada, colite, eritema, gastroenterite, hiperalgesia, leucocitose, neoplasia, neoplasia mieloproliferativa, perturbação sensorial, sangramento gastrointestinal, síndrome de Sweet, síndrome do nó sinusal, trombofilia e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.