Que lesão de órgão sugamadex pode causar? bradicardia, arritmia cardíaca, parada cardíaca, hipotensão arterial, bloqueio neuromuscular residual, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, anafilaxia, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, edema pulmonar por pressão negativa, doença da laringe, coronariopatias, disfunção de pregas vocais, doença dos brônquios, laringoespasmo, síndrome do desconforto respiratório agudo, hemorragia alveolar difusa, edema da glote, fraqueza muscular, hipoventilação, malformações cefálicas congênitas, miopatia, nefropatia, retenção urinária, síndrome coronária aguda, taquicardia, trombose, trombose coronariana e vasoespasmo coronariano.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Fraqueza que sobra na sala de recuperação depois do bloqueador não despolarizante, com TOF abaixo de 0,9. Manifesta-se como obstrução de via aérea e broncoaspiração, não como aperto de mão fraco, e é por isso que passa. Quem mede com o monitor escolhe entre neostigmina e sugamadex; quem estima pelo relógio erra.
Espuma rósea e hipoxemia minutos depois de um laringoespasmo na extubação, em jovem saudável. Resolve em horas com suporte; o erro caro é tratar como aspiração ou como insuficiência cardíaca e encher de volume.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.