Disfunção ventricular esquerda
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Que lesão de órgão pertuzumabe pode causar? disfunção ventricular esquerda, exantema, disfunção cardíaca por terapia oncológica, cardiomiopatia, neuropatia periférica, insuficiência cardíaca, citopenia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, complicações na gravidez, doença da bexiga, doença pulmonar, imunodeficiência, infeção respiratória, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, alopécia, anafilaxia, bexiga hiperativa, choque cardiogênico, cistite, colite, doença congênita, doença da córnea, doença óssea, gastroenterite, hematúria, insuficiência renal, linfocitopenia, necrose avascular, nefropatia, oligo-hidrâmnio, perturbação mental, taquicardia, transtornos linfoproliferativos e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Queda da fração de ejeção durante ou depois do tratamento do câncer. A da antraciclina depende da dose acumulada e costuma ficar; a do trastuzumabe não depende e costuma voltar ao suspender — por isso a conduta diante do mesmo número é diferente.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.