Que lesão de órgão omalizumabe pode causar? urticária e angioedema, asma por aspirina, fotossensibilidade, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, anafilaxia, doença autoimune, angioedema, transtornos linfoproliferativos, alopécia, granuloma, síndrome de Churg-Strauss, vasculite, asma, doença do soro, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, rinite, alopecia areata, doença dos seios paranasais, eosinofilia, miastenia grave, penfigoide bolhoso, síndrome paraneoplásica, sinusite, nefrite intersticial aguda, artralgia, artropatia, colite, dermatite atópica, distúrbios do sistema vestibular, doença genética, doença ocular, encefalite, encefalite viral, gastroenterite, granulomatose de Wegener, leucoencefalopatia multifocal progressiva, nefrite, nefropatia, pitiríase, pitiríase rósea, pneumonia, pólipo nasal, prurido, sarcoidose, síndrome poliglandular autoimune e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.