Doença congênita
BProvávelCongênita e neonatal- Literatura:
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Que lesão de órgão metilnaltrexona pode causar? doença congênita, obstrução intestinal, prurido, cólica, íleo paralítico, retenção urinária, infarto do miocárdio, colestase, convulsão, amnésia, catalepsia patológica, disfagia, disfunção testicular, doença de refluxo gastroesofágico, gastroparesia, hiperalgesia, miose, paralisia, perturbação sensorial, pica, pseudo-obstrução intestinal, transtorno alimentar e tumos cordao sexual.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.