Que lesão de órgão glatirâmer pode causar? exantema medicamentoso, parto pré-termo, urticária e angioedema, neuropatia periférica, lesão hepática medicamentosa, complicações na gravidez, aborto espontâneo, anafilaxia, doença autoimune, esclerose múltipla, paniculite, reativação de tuberculose, doença da tireoide, hepatite E, hepatite Viral, malformações cefálicas congênitas, meningite, meningite asséptica, mononeuropatia, neoplasia, psoríase, retinopatia, trombose, trombose venosa e tuberculose pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Doença ativa a partir do bacilo que já estava lá, semanas a meses depois de começar anti-TNF, corticoide em dose alta ou outro imunossupressor. Rastrear infecção latente ANTES é a única parte que depende de quem prescreve.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.