Que lesão de órgão terbinafina pode causar? exantema medicamentoso, colestase, lesão hepática medicamentosa, psoríase, complicações na gravidez, parto pré-termo, vasculite ANCA por droga, aborto espontâneo, colestase intra-hepática da gravidez, doença autoimune, doença do pé, eritema, penfigoide bolhoso e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Relatos no FAERS:
- 569
- ROR:
- 2 (IC 95% 1,8–2,2)
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
- Relatos no FAERS:
- 110
- ROR:
- 11,4 (IC 95% 9,5–13,8)
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Relatos no FAERS:
- 219
- ROR:
- 5,9 (IC 95% 5,1–6,7)
Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.