Anafilaxia
BProvávelImunológica- Literatura:
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Que lesão de órgão galamina pode causar? anafilaxia, paralisia, arritmia cardíaca, transtorno respiratório, convulsão, insuficiência respiratória, broncoespasmo, disfagia, doença dos brônquios, parada cardíaca, paralisia respiratória, taquicardia, edema pulmonar não cardiogênico, exantema medicamentoso, apneia, crises reflexas, diabetes mellitus, distúrbio da fala, doença autoimune, doença de refluxo gastroesofágico, edema cerebral, epilepsia, espasmo, fasciculação, hiperestesia, miastenia grave, mioclonia, oftalmoplegia, perturbação sensorial, síndrome paraneoplásica e transtorno da comunicação.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.