Gastroenterite
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Que lesão de órgão bisacodil pode causar? gastroenterite, colite isquêmica, colestase, colite, lesão hepática medicamentosa, distúrbio da Pigmentação, sangramento gastrointestinal, torsades de pointes, nefrite intersticial aguda, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, adenoma, arritmia cardíaca, carcinoma, cirrose hepática, condição pré-maligna, doença da bexiga, hiperpigmentação, linfoma, melanose, miopatia, nefrite, nefropatia, neoplasia da bexiga, proctite, rabdomiólise, taquicardia, transtorno factício, transtorno somatoforme e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.