Toremifeno

Que lesão de órgão toremifeno pode causar? patologia uterina, esteatose hepática, condição pré-maligna, carcinogênese, displasia, doença da mama, doença dos ovários, nefropatia, neoplasia da mama, sarcoma, trombose, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, adenocarcinoma, adenoma, carcinoma, carcinossarcoma, cisto, cisto ovariano, citopenia, doença de Coats, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença óssea, hepatocarcinoma, insuficiência hepática, leucopenia, nefrite, osteoporose, retinopatia, telangiectasia, trombose venosa, tumor do ovário, tumor renal e tumos cordao sexual.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
4 de 6 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.