Remifentanila

Que lesão de órgão remifentanila pode causar? hiperalgesia, perturbação sensorial, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, hipotensão arterial, depressão respiratória por opioide, arritmia cardíaca, hemorragia alveolar difusa, bradicardia, síndrome serotoninérgica, bloqueio de ramo, coma, perda de consciência, edema pulmonar não cardiogênico, bloqueio atrioventricular, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, edema pulmonar por pressão negativa, síndrome de rigidez torácica por opioide, anoxia perinatal, apneia, citopenia, complicações na gravidez, disfunção cognitiva, exantema, fasciculação, hipertensão arterial, hipertonia, imunodeficiência, insuficiência renal, leucocitose, leucopenia, linfocitopenia, mioclonia, miopatia, nefropatia, neoplasia, parada cardíaca, perturbação cognitiva, rigidez Muscular e tosse.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

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A frequência respiratória cai antes da saturação, e sob oxigênio suplementar a saturação cai por último — quem vigia só o oxímetro chega tarde. Naloxona titulada, e a meia-vida dela é menor que a do opioide: o paciente que acordou pode voltar a parar, e por isso a observação continua depois da resposta.

Literatura:
4 de 16 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
2 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Espuma rósea e hipoxemia minutos depois de um laringoespasmo na extubação, em jovem saudável. Resolve em horas com suporte; o erro caro é tratar como aspiração ou como insuficiência cardíaca e encher de volume.

Literatura:
1 artigos

Fentanila em bolus rápido: o tórax fecha e não ventila nem com bolsa. Não é broncoespasmo e não adianta broncodilatador — o que resolve é naloxona ou bloqueador neuromuscular, e quem espera perde o doente.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.