Que lesão de órgão desvenlafaxina pode causar? síndrome serotoninérgica, discinesia tardia, convulsão, arritmia cardíaca, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, cardiopatia congênita, depressão nervosa, disfunção ventricular esquerda, hipertensão arterial, hipotensão arterial, insuficiência renal, melena, miocardiopatia de takotsubo, nefropatia, parada cardíaca, sangramento gastrointestinal, taquicardia, transtornos do humor, úlcera duodenal, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.