Doença dos brônquios
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Que lesão de órgão cloreto de metacolina pode causar? doença dos brônquios, hipersensibilidade respiratória, hiper-reatividade brônquica, doença pulmonar obstrutiva, asma, broncoespasmo, transtorno respiratório, pneumonia, insuficiência respiratória, arritmia cardíaca, obstrução das vias aéreas, taquicardia, bronquite, coronariopatias, doença da laringe, eosinofilia, lesão pulmonar, tosse, vasoespasmo coronariano, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, pneumonia eosinofílica, fibrose pleural, convulsão, exantema medicamentoso, alergia ao látex, angina, asma ocupacional, dispneia, doença pulmonar obstrutiva crônica, espasmo, fibrilação auricular, síndrome hipereosinofílica, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.