Trombose
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Que lesão de órgão fibrinogênio pode causar? trombose, diátese hemorrágica, embolia, embolia pulmonar, síndrome de diferenciação, neurotoxicidade por célula efetora imune, coagulopatia, doença cerebrovascular, hemorragia intracraniana, trombose venosa, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, artrite, artropatia, cardiopatia, citopenia, coagulação intravascular disseminada, disfunção cognitiva, doença da tireoide, doença genética, flebite, hemorragia intracerebral, hepatite B, hepatite Viral, otite, otite média, perturbação cognitiva, trombofilia, tromboflebite e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.
Disgrafia e afasia de expressão dias depois da infusão de CAR-T ou do anticorpo biespecífico, geralmente na esteira da síndrome de liberação de citocinas. Evolui para rebaixamento e convulsão; a escala à beira do leito serve para pegar antes disso.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.