Hipotensão arterial
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Que lesão de órgão epoprostenol pode causar? hipotensão arterial, hipertensão pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, trombocitopenia, citopenia, hipertensão arterial, doença da tireoide, transtorno respiratório, trombose, trombocitopenia induzida por heparina, doença cerebrovascular, eritema, hipertiroidismo, tirotoxicose, tosse, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, bócio, coronariopatias, sangramento gastrointestinal, pneumonite intersticial, hemorragia alveolar difusa, insuficiência cardíaca, bradicardia, neuropatia periférica, complicações na gravidez, dispneia, doença autoimune, edema cerebral, eosinofilia, epistaxe, eritrodermia, exantema, exoftalmia, hemoptise, hidrocefalia, hiperalgesia, hiperemia, hipertensão arterial pulmonar, hipertensão pulmonar primária familiar, neoplasia, pancreatite, perturbação sensorial, pneumonia, taquicardia, tiroidite, tiroidite autoimune, tiroidite de hashimoto e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.