Que lesão de órgão afatinibe pode causar? pneumonite intersticial, exantema medicamentoso, doença da córnea, lesão hepática medicamentosa, ceratite, exantema, granuloma, paroníquia, prolongamento do intervalo QT, agranulocitose, pneumonite por inibidor de EGFR, anemia, arritmia cardíaca, carcinogênese, carcinoma broncogênico, carcinoma pulmonar de pequenas células, cardiopatia congênita, citopenia, displasia, gastroenterite, hipotensão arterial, infeção ocular, lesão pulmonar, lesões orais, leucopenia, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia dos brônquios, neutropenia, sangramento gastrointestinal, sarcopenia, trauma facial, traumatismo craniano, triquíase, tumor pulmonar e úlcera de córnea.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Incidência muito maior em japoneses, e mortalidade alta quando o padrão é dano alveolar difuso. Aparece nas primeiras semanas; fibrose prévia é o principal fator de risco conhecido.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.