Convulsão
CPossívelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Relatos no FAERS:
- 876
- ROR:
- 1 (IC 95% 1–1,1)
- Literatura:
- 1 artigos
Que lesão de órgão vareniclina pode causar? convulsão, exantema medicamentoso, infarto do miocárdio, urticária e angioedema, lesão hepática medicamentosa, lesões orais, transtorno bipolar, transtornos do humor, arritmia cardíaca, estomatite, lesão renal aguda, erupção fixa por droga, alucinação, angioedema, arteriosclerose, aterosclerose, complicações na gravidez, dissonia, doença do sistema nervoso central, embolia, embolia pulmonar, gastroenterite, insônia, insuficiência renal, miopatia, nefropatia, pancreatite, parassonia, rabdomiólise e tique.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.