Diabetes mellitus
CPossívelEndócrina- Literatura:
- 2 artigos
Que lesão de órgão pasireotida pode causar? diabetes mellitus, perturbação sensorial, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, adenoma, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, colecistite, doença da vesícula biliar, doença do sistema nervoso central, faringite, hepatite B, hepatite Viral, insuficiência adrenal, nasofaringite, perda de consciência, síncope, surdez, transtorno auditivo e trombofilia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.