Que lesão de órgão riluzol pode causar? pneumonite intersticial, agranulocitose, citopenia, leucopenia, neutropenia, pancreatite, lesão hepática medicamentosa, mielopatia, meta-hemoglobinemia, doença do neurônio motor, esclerose lateral amiotrófica, nefropatia, dano alveolar difuso, amnésia, cálculo renal, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, hipersensibilidade respiratória, lesão da medula espinhal, lesão pulmonar, pneumonite de hipersensibilidade e transtorno dissociativo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
- Relatos no FAERS:
- 30
- ROR:
- 3,7 (IC 95% 2,6–5,2)
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.