Transtorno respiratório
BProvávelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão nalmefeno pode causar? transtorno respiratório, insuficiência respiratória, depressão respiratória por opioide, prurido, dissonia, edema pulmonar não cardiogênico, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, alucinação, apneia, apneia central do sono, apneia de sono, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, hipersonia, hipertonia, hipotensão arterial, insônia, mioclonia, miopatia, pancreatite, parada cardíaca, perturbação de ansiedade, perturbação sensorial, rigidez Muscular, tosse e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
A frequência respiratória cai antes da saturação, e sob oxigênio suplementar a saturação cai por último — quem vigia só o oxímetro chega tarde. Naloxona titulada, e a meia-vida dela é menor que a do opioide: o paciente que acordou pode voltar a parar, e por isso a observação continua depois da resposta.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.