Que lesão de órgão ceritinibe pode causar? pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, fibrose pulmonar, derrame pleural, pericardite, pneumonia em organização, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, doença dos brônquios, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, fibrose pulmonar idiopática, pneumonia, pneumonia intersticial idiopática, síndrome do desconforto respiratório agudo, convulsão, derrame pericárdico, lesão pulmonar, osteíte, transtorno respiratório, trombose e tumor ósseo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.