Ácido glicirrízico

Que lesão de órgão ácido glicirrízico pode causar? hiperaldosteronismo, hipertensão arterial, doença genética, nefropatia, síndrome de Liddle, miopatia, lesão hepática medicamentosa, rabdomiólise, arritmia cardíaca, erro metabólico hereditário, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, distúrbios do sistema vestibular, doença óssea, emergência hipertensiva, exantema, insuficiência renal, osteoporose, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento e reabsorção óssea.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.