Hipersensibilidade respiratória
CPossívelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão pancreatina pode causar? hipersensibilidade respiratória, obstrução intestinal, exantema medicamentoso, asma, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, pneumonite intersticial, cardiomiopatia, miocardite, colite, doença celíaca, doença vulvar, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, febre dos fenos, gastroenterite, hipertensão intracraniana idiopática, lesão pulmonar, má-absorção intestinal, prurido, rinite e rinite alérgica sazonal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.