Éter de di-hematoporfirina

Que lesão de órgão éter de di-hematoporfirina pode causar? fotossensibilidade, urticária e angioedema, estenose do esófago, tumor de pele, neuropatia periférica, arritmia cardíaca, colecistite, disfagia, doença da vesícula biliar, doença dos brônquios, doença pleural, doença pulmonar, eczema, eritema, fibrilação auricular, fístula brônquica, fístula das vias respiratórias, hematúria, insuficiência respiratória, lesões orais, obstrução das vias aéreas, onicólise, papiloma, perturbação mental e transtorno respiratório.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
5 de 22 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.