Neoplasia das vias respiratórias
CPossívelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão coque pode causar? neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, tumor de pele, lesão hepática medicamentosa, carcinoma, doença pulmonar obstrutiva, nefropatia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, adenocarcinoma, arteriosclerose, aterosclerose, bronquite, carcinoma de células renais, carcinoma espinocelular, distúrbio neurológico, doença dos brônquios, doença musculoesquelética, doença periodontal, estomatite, hipertensão arterial, lesões orais, perturbação cognitiva, transtorno respiratório e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.