Hipertensão pulmonar
CPossívelRespiratóriaInstala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
- Relatos no FAERS:
- 5.898
- ROR:
- 34,6 (IC 95% 33,6–35,6)
- Literatura:
- 9 de 204 artigos
Que lesão de órgão ambrisentana pode causar? hipertensão pulmonar, lesão renal aguda, trombocitopenia, lesão hepática medicamentosa, hipertensão arterial, hipertensão arterial pulmonar, nefropatia, prolongamento do intervalo QT, apneia, arritmia cardíaca, cardiomegalia, cardiopatia congênita, citopenia, diabetes mellitus, disfunção cognitiva, hipertrofia ventricular direita, insuficiência renal, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, pancreatite, perturbação cognitiva, psoríase, retinopatia e transtorno respiratório.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.