Que lesão de órgão fulvestranto pode causar? agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, exantema medicamentoso, citopenia, leucopenia, neutropenia, ceratopatia vorticilada, erupção fixa por droga, vasculite ANCA por droga, demência, doença da córnea, doença de Alzheimer, exantema, gastroenterite, hipersensibilidade de tipo III, neoplasia, taupatia, tosse, transtorno respiratório e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
- Relatos no FAERS:
- 2.603
- ROR:
- 8,4 (IC 95% 8,1–8,8)
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Relatos no FAERS:
- 169
- ROR:
- 1,2 (IC 95% 1–1,4)
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
- Relatos no FAERS:
- 378
- ROR:
- 1,1 (IC 95% 1–1,2)
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Relatos no FAERS:
- 46
- ROR:
- 0 (IC 95% 0–0,1)
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.