Que lesão de órgão ivosidenibe pode causar? síndrome de diferenciação, prolongamento do intervalo QT, cardiomiopatia, miocardite, infarto do miocárdio, agranulocitose, adenocarcinoma, arritmia cardíaca, carcinoma, cardiopatia congênita, choque cardiogênico, citopenia, colangiocarcinoma, doença gastrointestinal, leucopenia e neutropenia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
AEstabelecidoRespiratória Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.
- Relatos no FAERS:
- 97
- ROR:
- 1.012,8 (IC 95% 818,5–1.253,2)
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
- Relatos no FAERS:
- 47
- ROR:
- 12,7 (IC 95% 9,5–17)
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.